| Bombeiros da Póvoa com contas “estranguladas” e sem mais por onde cortar |
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| Sexta, 22 Abril 2011 14:41 |
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As contas das associações de bombeiros estão “estranguladas” e, no caso particular dos Bombeiros Voluntários da Póvoa de Santa Iria, “não há mais por onde cortar”. O alerta foi dado pela presidente da direcção da corporação, Odete Silva, na cerimónia do 68º aniversário da associação, que decorreu na manhã de domingo. A corporação, recorde-se, serve as freguesias da Póvoa de Santa Iria e Forte da Casa. “Ano após ano a direcção a que presido tem-se deparado com cortes financeiros. Vimos a devolução da taxa de segurança social relativa à entidade patronal, a comparticipação de combustível e o subsídio dos jogos da Santa Casa da Misericórdia serem fundidos numa única verba mensal, que no nosso caso é de 3900 euros, valor que se encontra completamente desajustado em virtude das actualizações dos salários e dos preços dos combustíveis”, lamentou. A dirigente criticou o facto do novo regulamento para o transporte de doentes ainda não ter visto “a luz do dia”, do regime de financiamento dos corpos de bombeiros detidos por associações humanitárias ainda não ter “saído do túnel” e mostrou-se receosa com o futuro. “No nosso caso não podemos pedir mais sacrifícios aos bombeiros e ao comando”, lamentou. Odete Silva criticou ainda as “indecisões do poder central” e revela que o que vai valendo é a ajuda de entidades, empresas e sócios do concelho.
O comandante da corporação, António Carvalho, evitou um discurso político e crítico. Já o vice-presidente da Federação dos Bombeiros do Distrito de Lisboa, Pedro Araújo, lembrou os “tempos de inquietação” que estão a ser vividos nos quartéis e acusou as recentes medidas estatais de penalizar doentes, bombeiros e associações. “Sem bombeiros e sem condutores os carros não podem sair dos quartéis. Há coisas que os nossos decisores políticos não conhecem”, disse. Também Elísio Oliveira, Comandante Distrital de Operações de Socorro, alertou para a necessidade das associações se prepararem para um “ano de dificuldades”. Quem também esteve presente na cerimónia foi Rui Silva, vice-presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses, que reconheceu que a maioria das associações de bombeiros tem vivido tempos difíceis. O responsável congratulou-se igualmente pelo recente regulamento de transporte de doentes firmado entre a Liga e o Ministério da Saúde mas duvidou da capacidade de vir a ser cumprido. “Disseram-nos que a publicação do despacho seria feita ainda durante a vigência do actual Governo. Se isso não acontecer vamos ter mais quatro meses de espera e desespero para as associações”, alertou. O Governador Civil de Lisboa, António Galamba, preferiu destacar a importância dos equilíbrios ao nível das associações de bombeiros. “Vai ser cada vez mais importante termos duas freguesias mas apenas uma corporação de bombeiros. Isso é um bom sinal do ponto de vista da gestão, sendo que teria sido mais fácil ir por outros caminhos como outros foram no passado. Há que saudar essa visão das freguesias do Forte da Casa e da Póvoa de Santa Iria”, concluiu.
Os Bombeiros Voluntários da Póvoa de Santa Iria, concelho de Vila Franca de Xira, inauguraram na cerimónia do 68º aniversário duas novas ambulâncias e um gerador. Uma das ambulâncias foi financiada pela Central de Cervejas de Vialonga, no âmbito de um protocolo existente com a Câmara Municipal de Vila Franca de Xira. A segunda viatura foi oferecida por uma sócia da associação, Maria Guerreiro Feijão. O gerador foi comprado por Manuel da Silva. Ao todo o valor dos três equipamentos ronda os 150 mil euros. Na sessão foram ainda promovidos a bombeiros cinco estagiários, que concluíram com êxito o último ano do curso de formação. Hugo Carvalho, Hugo Almeida, Sara Pinheiro, Maria Braga e Rute Antunes juraram servir a causa pública frente ao estandarte da associação. O curso de formação inicial de bombeiro durou 350 horas e incluiu áreas como o socorrismo, salvamento e desencarceramento e combate a incêndios florestais, urbanos e industriais. Fonte: O MIrante |














Não basta querer, é preciso saber e ser humilde para perguntar a quem sabe. Nem tinta nem limpeza,têm para conservar o dificio belo arq. zé carlos travassos
Porque optou por uma gestão de costas voltadas para a população.
Está à espera do Estado? Mas O PSD defende tudo privatizado não será um contrasenço da sua parte,ou voçês querem ser privados sem nunca tirarem a Boca da mama do estado? Vocês meus caros não se enxergam!Nem o Bpn nem os novos ricos do PSD nunca fizeram nenhum donativo.Tá mal,Tá mal
Ó meus amigos apareçam na próxima assembleia ... Sim mas só se forem gente SÁBIA como diz o "costinha" ... Quer oferecer a tinta para pintar o quartel? Não digam mal daquilo que desconhecem ...
É muito descaramento o do pároco.Ele para ampliar a igreja de certeza que o dinheiro dos nossos impostos foi-lhe dado e ele tem o mausuléo fechado à anos sem serventia nenhuma é horrivél.
De certeza que sairia mais barato aos contribuintes e as contas muito mais transparentes!
As associações são para o benefício da comunidade e não para as girls se promoverem......Nunca ainda revelou o que lá ganha porquê?Envergonha-se. Servir a causa pública é nobre.
Servir-se da causa pública é condenavél é feio. Haja moral.