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O Presidente da Direcção, Paulo Barroca, centra-se nas modalidades que considera serem as mas atractivas para a juventude e aposta numa nova Sede.
Como tem acompanhado os resultados das actividades? Eu entrei como Presidente em 2002 e, por haver muitos jovens na Póvoa as actividades têm tido muito sucesso. Somos a única colectividade do Concelho com todos os escalões federados. Damos formação aos seniores, que têm uma média de idades de 22 anos e temos tido muito bons resultados. Os nossos atletas são, na sua maioria, da Póvoa de Santa Iria e cerca de 60% são formados cá.
Que actividades oferece o CAD actualmente? Neste momento temos Futsal e Ténis. Apostámos muito no Futsal e temos obtido grandes resultados. Criámos aulas de ténis que não existiam na Póvoa e que reúne já 50 atletas, alguns dos quais vamos federar brevemente.
O CAD já teve outras actividades como o Atletismo, no qual tinha bastante sucesso. Uma vez que a Póvoa agora já possui pista de tartan, o CAD vai voltar a apostar nesta modalidade? Nós queremos o que faz falta à juventude e se houver iniciativa o CAD tem as portas abertas. No entanto, faltam pessoas que explorem a actividade, que ajudem. Na altura, o CAD acabou com o Atletismo por falta de pessoas e espaço para a sua prática. Muita gente pergunta-nos pela Natação mas penso que apesar de podermos ter alguma receita, não vale a pena por já haver várias colectividades a oferecer essa modalidade.
Considera que seria benéfico haver uma união entre as diferentes colectividades, no sentido de unir os jovens que praticam as mesmas modalidades e, dessa forma, terem melhores condições e resultados? Porquê a criação do CAD? Sim e não...O CPCD e o CAD têm Futsal mas o CAD apostou mais nesta vertente. É uma questão pertinente mas penso que, pelo facto de a Póvoa ter muitos jovens devem existir diferentes colectividades e, como é natural, há sempre alguma rivalidade entre as mesmas. Além dos jovens povoenses, acolhemos também muitos jovens de Alverca, visto que lá não têm acesso ao futsal. O CAD nasceu de uma divergência de idades no CPCD e alguns sócios acharam melhor criar um novo clube. De qualquer forma, não fecho as portas a nada, ou seja, se for para melhorar estou de acordo, mas considero que, neste momento, há possibilidade e espaço para manter os dois.
Que apoios tem o CAD? Temos 350 sócios e recebemos algum apoio da Junta. Contudo, nunca é suficiente... considero haver pouca interligação entre a Junta e a nossa colectividade. Temos alguma receita das festas e temos algum apoio em torneios mas não chega para tudo o que queríamos.
Com 25 anos de existência o CAD ainda não tem instalações próprias. É uma prioridade? A Câmara concedeu-nos o terreno ao lado da nossa Sede para novas instalações. No entanto, devido à situação económica actual do país, que se reflecte também a nível local, não é possível ter um pavilhão. O orçamento que temos apenas nos permitirá melhorar e alargar a actual Sede.
Há quem descreva o CAD como “uma família”. Sente o mesmo? Sim, sem dúvida. A nossa força é a juventude... temos mais de uma centena de adeptos a assistir aos jogos, os atletas são muito unidos e dão apoio uns aos outros. É de enaltecer também o empenho dos pais que tanto nos têm ajudado e que ajudam na compra dos equipamentos. O apoio humano é excepcional! Queremos acima de tudo que os jovens aprendam, que se sintam bem e há sempre muito convívio: fazemos pequenas festas, reunimo-nos na Sede depois dos jogos, há muita entreajuda.
Quais são os objectivos actuais do CAD? Tentar crescer mesmo não tendo dinheiro... Desde 2004 que isso tem acontecido, o que se ganha gasta-se e vamos mostrando o nosso trabalho. Queremos o que a juventude precisa: fomos pioneiros no futsal, agora temos o ténis... E, para além disto, temos, como é evidente, o objectivo da melhorar as instalações: vamos apresentar o projecto para a Sede.
Entrevista: Telma Teixeira
Fotos: Rui M. V. Elias
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Parabens Paulo
Carlos Jorge Silva
Director CAD
Carlos Jorge SIlva
Director CAD
No entanto, para um maior esclarecimento da entrevista, faço aqui uns pequenos reparos ás minhas respostas dadas:
Somos a única colectividade do Concelho (EM FUTSAL MASCULINO) com todos os escalões federados. Damos formação aos seniores (o NOSSO ESCALÃO SENIOR É ORIUNDO EM 60% DA NOSSA FORMAÇÃO) (continua)
Criámos aulas de ténis que não existiam na Póvoa e que reúne já 50 atletas (NO ESPAÇO DA QUINTA DA PIEDADE, CONCEDIDO PELA CAMARA MUNICIPAL), alguns dos quais vamos federar brevemente. (cont.)
Temos 350 sócios e recebemos (O SUBSIDIO DO PAMA - CAMARA MUNICIPAL, PARA PAGAR 2/3 DOS PAVILHÕES)E algum apoio da Junta. Contudo, nunca é suficiente... considero haver pouca interligação entre a Junta e a nossa colectividade (E OUTRAS). Temos alguma receita das festas ( FESTAS DA POVOA, ONDE A JUNTA NOS CONCEDE UM LUGAR) e temos algum apoio em torneios mas não chega para tudo o que queríamos.
Mas apenas respondi à questão da jornalista, sobre que Apoios tem?
O que critquei foi que poderia e deveria existir mais aproximação entre a Junta e as associações. Aproximação não significa dinheiro. (cont.)
Se o Académico teve uma maior aproximação com a gestão Jorge Ribeiro do que a gestão Dias de Almeida. É verdade sim senhor. Aliás o Presidente da Junta é uma pessoa de facil trato e aberto a muitas situações. Talvez por isso, que acho que essa aproximação ficou aquem do esperado (pelo menos para mim).
(continua)
O poder politico não tem que dar dinheiro ás associações, tem é que criar situações que as mesmas possam interligar e elas próprias explorar caminhos que possam ter receitas, ou seja, as autarquias tem que dar as ferramentas (canas de pesca) para os clubes construirem (pescarem)
Obrigado pelo seu comentário é com novas opiniões que a evolução surge.
Em relação à auto sustentação concordo em absoluto consigo e com o Paulo...
Não sei se já reparou numa das nossas máximas... Primeiro fazemos depois fazemos!! sabe quantas colectividades têm esta máxima em mente?? penso que muito poucas mesmo.
Um desafio, sabe quantos patrocionios teve o CAD no ultimo ano?? sim foram mesmo 0, manter estes jovens activos só mesmo com muita imaginação acredite e com muito esforço...
PRIMEIRO FAZEMOS DEPOIS PEDIMOS... ou pelo menos pedimos o mesmo que outros já tiveram... (só queremos ajuda para uma nova sede de forma a podermos crescer ainda mais e de uma forma sustentada...
Abraço
Associativa.Parabens!.
Conheço o nascimento CAD!.. acredito que a dedicação e esforço seja motivo forte de
crescimento.
Como residente á muitos anos na Póvoa de Santa Iria,o meu obrigado pelo vosso empenho.
E a marcha conjunta do Casalense e do CPCD, da Póvoa de Santa Iria e a Marcha Popular do Forte da Casa?
da cidade da Póvoa de Santa Iria.
O debate social é necessário e tambem ultrapassar obstaculos que possam existir,o associativismo é
importante em sociedade.
Parabens a todos que se disponibolizam a essa
nobre causa.
Reportagens recentes de Salvaterra de Magos e Santarém...
Aficionados da Póvoa de Santa Iria...Em todo o lado
Era melhor que se informasse antes se este ano o CPCD/ Casalense e o Forte da Casa têm marcha!Se o tivesse feito certamente tinha a resposta a essa pergunta.
Sr (a) "seer", se náo sabe CPCD significa -Centro Popular de Cultura e Desporto -, qual era a lógica de um executivo de uma Junta de Freguesia organizar um encontro de marchas e deixar a colectividade que os recebe de fora????
Realmente, é só mesmo para lançar confusões.
Alverca, Alhandra, CPCD/Casalense e Forte da Casa não se organizaram.
Assim e porque não tem concorrência, a marcha popular do Grémio vai ser a melhor do concelho e vai receber o "bolo" todo do protocolo.
Parabéns ao Grémio que não deixou morrer aquilo a que as nossas festas populares no concelho já nos tinham habituado.... a actuação das marchas!
Este ano as tradições foram quebradas e não só a estreia foi noutro lugar como os trajes poderam ser vistos e apreciados por todas as pessoas que por volta das 21.30 horas de ontem passaram entre o GDP e a rotunda dos bombeiros.
Assim, como já está tudo visto e não houve respeito pelo grupo, espectadores e colectividade, não massacrem os pobres idosos até ás 23.30 horas que só vão ao lagro para ver a marcha.
Sr. presidente do GDP, acabaram os "bons costumes" ou deixou de ser "quero, posso e mando"?
Como as situações fazem mudar as pessoas e ideias......., é altura de dizer "Volta Zé, estás perdoado".
Aproveitamos para dar os parabens e desejar todas as felicidades do mundo ao Paulo Barroca (grande dirigente associativo) que não tem nada a ver com este número, isto vem só no seguimento do desvio feito ao assunto.